Prefeitura de Goiânia planeja conceder a gestão de em torno de 14 parques municipais à iniciativa privada, pretendendo melhorar a manutenção e infraestrutura, com projetos que permitem exploração comercial (quiosques, naming rights), mas sem cobrança de ingresso, mantendo o caráter público e sem custo; o processo envolve estudos de viabilidade e audiências públicas, com o objetivo de começar as licitações em 2026.
Será concessão, não Privatização, a prefeitura defende que é uma concessão temporária, não uma venda, para que empresas privatizadas cuidem da gestão, segurança e modernização.
Inicialmente, parques como Areião, Vaca Brava, Jardim Botânico, Cascavel, Flamboyant, Lago das Rosas, Bosque dos Buritis, entre outros, estão na lista de estudos para concessão.
As Empresas conseguirão instalar quiosques, cafés e explorar “naming rights” (direito de nome), associando marcas aos parques.
O objetivo é que a iniciativa privada invista em infraestrutura, limpeza, segurança e conservação, sem custos para o município.
O acesso e uso dos parques continuarão gratuitos para os cidadãos, conforme a ideia de eficiência administrativa, segundo fontes do poder goiano.
A medida surge depois de previsão de corte de verbas municipais para regiões verdes, tornando a concessão uma alternativa para a manutenção.
Especialistas e vereadores alertam sobre os riscos de descaracterização dos parques e a necessidade de rigor na fiscalização para assegurar o interesse público.
Estudos de viabilidade técnica, econômica e ambiental estão em andamento, com previsão de conclusão até o começo de 2026 para lançamento das primeiras licitações no primeiro semestre do mesmo ano.
Arquiteto e Urbanista Garibaldi Riz
A Gestão dos Parques de Goiânia.
Fonte: Jornal Horaextra



