A cirurgia de Jair Bolsonaro para tratamento de uma hérnia inguinal bilateral foi concluída na tarde desta quinta-feira (25) sem intercorrências. O procedimento, autorizado através do ministro do STF Alexandre de Moraes, durou aproximadamente três horas e meia. Conforme a equipe médica, o ex-presidente já fica em seu quarto e a operação transcorreu conforme o previsto, com a colocação de uma tela de material plástico para reforço da parede abdominal.
O tempo previsto para recuperação é de cinco a sete dias, com cuidados focados em analgesia e fisioterapia. Todavia, o procedimento para tratar os soluços persistentes foi adiado para a próxima segunda-feira (29). Os médicos optaram por primeiro intensificar o tratamento clínico para avaliar a real necessidade do bloqueio do nervo frênico. Enquanto isso, Bolsonaro continua em cuidados pós-operatórios na unidade hospitalar.
A cirurgia de Bolsonaro ocorreu enquanto o ex-presidente cumpre pena de 27 anos e 3 meses em regime fechado, por tentativa de golpe, na Superintendência da Polícia Federal em Brasília. Ele foi transferido para o hospital na véspera do procedimento, depois de perícia médica constatar a necessidade da operação. A parceira do ex-presidente, Michelle Bolsonaro, festejou o “sucesso” da intervenção cirúrgica em suas redes sociais.
Por isso, a etapa mais crítica do tratamento já foi superada. A equipe médica agora monitora a resposta do ex-presidente às medicações para os soluços. Consequentemente, a decisão sobre o procedimento intervencionista será tomada nos próximos dias, baseada na evolução clínica. O cirurgia de Bolsonaro representa um marco em seu tratamento de saúde durante o cumprimento da pena.
Finalmente, o caso continua sob os protocolos de segurança e vigilância determinados através da Justiça. A internação hospitalar é temporária, e o ex-presidente tornará à unidade da PF depois de a alta médica. Dessa maneira, a saúde do paciente se mantém como prioridade, dentro dos parâmetros legais e penais definidos.
Cirurgia de Bolsonaro é concluída sem intercorrências, diz equipe médica
Fonte: Tribuna do Planalto



