Por: Andréia Bahia e Lucas de Godoi
A movimentação partidária em Goiás começa a redesenhar o cenário para as eleições de 2026. Para o secretário de Planejamento de Aparecida de Goiânia e dirigente do MDB, Andrey Azeredo, as mudanças recentes, como a saída de Ana Paula Rezende do partido e a não aliança com o PL, não enfraquecem o projeto eleitoral do grupo liderado através do governador Ronaldo Caiado (UB). Segundo ele, a base governista entra na disputa com uma estratégia consolidada: eleger Daniel Vilela (MDB) ao governo e assegurar as duas vagas ao Senado. No momento, três nomes aparecem como pré-candidatos competitivos dentro do grupo: Gracinha Caiado, Zacharias Calil e Vanderlan Cardoso. Azeredo avalia que o diferencial da base será apresentar resultados da atual gestão estadual como ativo eleitoral. Ele também defende que a escolha do vice de Daniel Vilela será feita unicamente mais adiante, levando em conta o perfil que agregue votos e dialogue com segmentos estratégicos do eleitorado, como o agronegócio e o público evangélico. Na entrevista, o emedebista também comenta o espaço do ex-prefeito Gustavo Mendanha na equação política, a possibilidade de divergências entre MDB e PT no cenário nacional e a estratégia do partido para ampliar sua bancada federal em 2026.
A candidatura de Daniel sofreu dois reveses nos últimos dias: o PL não avançou na aliança e Ana Paula Rezende deixou o MDB e se filiou ao PL. Qual o impacto dessas movimentações na candidatura do grupo governista ao governo?
Eu tenho uma certa discordância quanto a esse ponto de vista. Vamos aos fatos de hoje: o MDB ganhou a filiação de um grande quadro da política de Goiás e do Brasil, que é o Zacharias Calil, nosso pré-candidato ao Senado; politicamente, a saída da Ana Paula gerou momentaneamente mídia, mas eleitoralmente os próprios críticos, analistas e profissionais da área já evidenciaram que não tem impacto nenhum. Ela não tem capital político próprio, não tem grupo político próprio e não conseguiu trazer nenhuma chefia de quilate do MDB para o projeto dela. Ou seja, o MDB fica forte, unido, aguerrido e pronto para o embate eleitoral de 2026, pronto para apoiar o governo do estado naquilo que for solicitado, tanto em benefício de Ronaldo Caiado para presidente, como para Daniel Vilela para governo, Gracinha Caiado para o Senado e Zacharias Calil para o Senado.
O senhor não mencionou Vanderlan Cardoso. Ele já não fica com o grupo?
Sim, é um grande quadro do PSD. Eu não mencionei porque ainda não ouvi do governador Ronaldo a formalização efetiva dessa pré-candidatura através da base, mas concretizando, é um grande quadro, um senador da República, tem capital político próprio e vai contribuir muito para o fortalecimento do grupo e para a própria busca dele para reeleição. Tanto ajuda o projeto do governador Ronaldo e do Daniel Vilela, assim como o próprio projeto pessoal dele, Vandervan Cardoso.
Ana Paula dizia que os emedebistas iristas estavam sem espaço no partido e nas estruturas de governo. Isso procede na sua avaliação e quais iristas ela menciona? O senhor disse que nenhum irista de quilate a acompanhou. Qual o perfil de correligionário a teria auxiliado?
Não, nenhum a acompanhou, que eu tenha conhecimento. Primeiro, o MDB não é cabeça de chapa da atual gestão. O governador, que tem feito um trabalho de extrema qualidade, chama-se Ronaldo Caiado. Ele foi reeleito com o suporte do MDB, mas já vinha de um governo exitoso. Naturalmente ele deu sequência e melhorou aquilo que tinha sido feito, com a contribuição direta de Daniel Vilela como vice-governador. Ocupar ou não espaços, é uma questão muito pequena, porque você não ocupa e contribui unicamente quando fica efetivamente na gestão; contribui apresentando opiniões, contribui tendo o vice-governador diuturnamente trabalhando em benefício do Estado, tendo como referência as gestões anteriores tanto de Maguito (Vilela) quanto de Iris Rezende e de outros prefeitos de muita qualidade que o MDB tem no interior e que servem como modelo, como exemplo de ações que o Estado tem ou queira desenvolver. Você não precisa efetivamente ter um emedebista sentado em uma cadeira para dizer que o partido fica sendo ou não partícipe de um governo. O MDB participa dessa gestão e participa de um meio muito grandiosa através da qualidade que tem e através do que foi construído junto com o governador Ronaldo Caiado. Ter ou não um cargo, isso é muito pessoal do gestor. Ele monta a equipe dele, ele escolhe as peças e ele faz os convites. E um ponto é preciso deixar bem claro: o MDB de Goiás não é um partido que apoia em troca de cargos. Nunca fez isso, que eu me recorde, e eu milito nas fileiras do MDB desde 2002. E não vi, particularmente por parte de Daniel Vilela como presidente do partido quando apoiamos a candidatura à reeleição de Ronaldo Caiado, esse comprometimento. Ao contrário, eu estava na reunião e participei, porque era do diretório estadual, e o que foi evidenciado foi: o MDB fica apoiando o senhor através do projeto através do que o senhor representa, pelos avanços na segurança, através da construção e ampliação das oportunidades no estado, por esse programa social que fica sendo entabulado e que a gente deseja ver crescer. Caso o senhor venha a vencer, e nós vamos trabalhar com o senhor já na chapa, que tinha Daniel de vice, pretendemos contribuir com ideias e cabe ao senhor ou não escolher as pessoas que vão compor o governo do senhor. Assim o Daniel fez com o governador Ronaldo Caiado, assim Daniel fez com o atual prefeito de Goiânia, Sandro Mabel, em nenhum momento o MDB declarou apoio tendo argumentado ou exigido antes prévio espaço definido. Ao contrário, nós pretendemos fazer parte através do projeto.
Em razão das últimas movimentações, houve mudança em relação às candidaturas ao Senado. O grupo governista não pode incorrer no mesmo erro de 2022, quando também lançou diversas candidaturas ao Senado e não elegeu o senador? O que difere de 2022 para cá para que se tenha êxito nessas duas cadeiras em jogo?
Primeiro, hoje são duas cadeiras e não uma, como foi em 2022. Existe um aumento de 100% na possibilidade de ocupação de uma outra vaga; dobrou-se o tamanho da janela, vamos assim dizer. Isso gera uma demanda maior por candidatos. Aparentemente hoje são três que se apresentam como pré-candidatos e com interesse, e legítimos, pois possuem trabalho evidenciado, mostrado em Goiás, possuem capital político próprio e entendem que podem contribuir ainda mais não só com Goiás, mas com o governo de Daniel Vilela e assim como com o país, já que serão senadores do Brasil. Do lado das outras chapas teremos candidatos, mas o grupo da base do governador Ronaldo Caiado e Daniel Vilela é muito sólido, vai trabalhar não unicamente com o discurso e com o falatório de promessas, mas principalmente com a apresentação de resultados concretos em benefício das cidades, em benefício do povo, em benefício de todas as regiões do estado. E o que nós pretendemos e acreditamos é que na hora da avaliação o eleitor vai falar assim: eu não vou arriscar naquilo que eu não tenho certeza, eu vou fazer a escolha através do que fica aí e que vai ser aprimorado. É esse o tipo de avaliação que acreditamos; e vamos trabalhar e apresentar para o eleitor durante a campanha e que caberá a ele fazer a escolha. Neste momento, dia 5 de março, temos três pré-candidatos muito fortes, dona Gracinha Caiado, a primeira-dama do estado e que tem, independentemente disso, uma ação, uma vida em benefício do povo goiano, sempre muito atuante ao lado do governador Ronaldo Caiado com ações fortes na assistência social, na rede de proteção que é gigantesca e referência em todo o Brasil; Zacharias Calil pelas qualidades próprias como profissional, como médico de renome não nacional mas internacional, através do trabalho que faz no Congresso e pelas pautas claras que defende. Senador Vanderlan trabalha muito diretamente junto aos prefeitos, favorecendo o municipalismo, ou seja, todos eles, com um manto envolto das ações do governo do estado e aquilo que Daniel Vilela apresentará no programa de governo, no seu projeto de governo para os próximos 4 anos, vai ter uma força muito grande, o que, acredito, conseguirá superar qualquer que seja os outros candidatos e as duas vagas serem vindas vencedoras da base apoiadora.
Em relação à vice-governadoria, como será a escolha desse candidato?
Ela vai ser avaliada com o tempo, com tranquilidade, observando o cenário. Nós estamos no começo de março e as convenções são no mês de agosto.Temos quatro meses cheios até o começo das convenções. Ou seja, é muito tempo.
Na última eleição, o governador Ronaldo Caiado escolheu o vice um ano antes.
Sim, o vice foi escolhido na última bem antes, que no caso é o Daniel Vilela. Entretanto, os senadores foram de forma oficial mostrados na convenção. Agora, o que estamos fazendo é diferente. O candidato ao governo é Daniel, que será candidato à reeleição, e temos os senadores. E o vice vamos apresentar lá na frente. Normal. Eu não tenho que estar com a chapa fechada agora, até porque através do calendário legal, a data é agosto de 2026 e assim será observado.É tempo de observar, é tempo de ver como que o povo sente e o perfil que ela idealiza em um vice, tudo isso vai ser monitorado, auxiliado, discutido em especial através do governador, através do Daniel e pelos chefes de partido e será feito no momento certo a indicação daquele ou daquela que podem vir a ser o visto do componente da chapa.
A não confirmação do PL na chapa alterou os critérios para essa escolha? E uma outra questão, qual o peso do agro e do eleitorado evangélico nesta definição?
O PL, para indicação da vice, eu não vejo modificação até porque o que eles tinham solicitado era a vaga ao Senado. Com relação a esses dois segmentos que você apresenta, são dois segmentos extremamente fortes, os evangélicos representam algo em torno de 27%, 30% dos cidadãos Goiana; em Goiás é um segmento extremamente unido, forte e com pautas claras; do outro lado nós temos o agro, que é a mola, é a força produtiva desse estado, gera milhares de empregos e leva o nome de Goiás para o Brasil e mundo afora com a produção, ano acima de ano, recorde, com tecnologia de primeiro mundo, sempre com inovações e respeito ao meio ambiente. São dois segmentos fortes, mas não são excludentes. Muito pessoal do Agro tem respeito e também são evangélicos e vice-versa. Existe uma horizontalidade nos princípios e nos valores, e o que a gente acredita que será ponderado é justamente isso: qual é o perfil da indicação, se é de fato aquele que tem só uma bandeira evangélica ou aquele que é só o agro, isso é um segundo momento. O perfil é muito similar em razão dos valores e dos princípios que defendem e comungam. A construção da indicação do nome seria um segundo momento. E isso vai ser feito com muita serenidade e muita maturidade.
Como fica a discussão em relação a Gustavo Mendanha nesta equação toda. Ele mudou de partido para tornar viável uma candidatura ao Senado, e isso fica mais distante do que naquele momento. Qual o futuro dele?
O próprio vice-governador falou que ele não tem interesse em disputar o Senado se não forem unicamente duas candidaturas, mas fica se apresentando e argumentando os valores e as qualidades que tem para ocupar o cargo de vice. É legítimo, é um direito, é um grande quadro, é um jovem que na gestão já exibiu extrema sabedoria e qualidade e que também deve estar sendo considerado. Agora volto a dizer, neste momento, o que eu entendo que fica sendo feito tanto através do governador quanto através do vice-governador, é a avaliação do perfil e o perfil que a sociedade deseja. E no momento oportuno se ponderará qual que é o perfil ideal e qual que é o ator político que se amolda mais a este perfil idealizado através da sociedade, que agregue voto, que seja referência, que tenha uma conduta ilibada, que represente e caracterize os valores que a sociedade goiana defende hoje, tenha capacidade de gestão e assim por diante. E lá na frente, Gustavo Mendanha com certeza será avaliado. Ele é um ex-prefeito de Aparecida que tem uma gestão respeitada.
Daniel Vilela fica comandando nacionalmente um movimento contra a aliança do MDB e o PT. Avaliando que o PT e o MDB foram apoiadores históricos diversas vezes, tanto no âmbito nacional como regional. Esse pleito não fica sem uma argumentação que sustente esse movimento?
Não, de maneira nenhuma. A política é feita em razão do momento. E o momento de 2026 mostra um governo federal que deixa muito a desejar, que tem casos com problemas envolvendo escândalos de toda a ordem em várias pastas e que são valores que não são aceitos em hipótese nenhuma pelos goianos, por Daniel Vilela, através do MDB. Ele só fica explicitando nacionalmente para o diretório é nacional que é isso que nós defendemos, transparência no gasto, responsabilidade com dinheiro público, ações que gerem resultado efetivo, assumir responsabilidade em especial no caso da Segurança Pública, que o governo federal tem sido omisso. E Goiás hoje dá exemplo pelas ações do governador Ronaldo Caiado de como fazer e trazer e dar de fato segurança pública a todos os munícipes do nosso estado. Nós defendemos esse modelo de aliança para o MDB nacional. E é isso que o Daniel fica defendendo publicamente, uma apresentação de grandeza e maturidade política por compreender que é preciso que toda a sociedade veja aquilo que são as bandeiras do MDB, as bandeiras de Daniel Vilela e aquilo que nós, do MDB, que apoiamos Daniel Vilela, não pretendemos, e que hoje fica concretizado no governo federal.
O senhor é filiado ao MDB através do menos desde 2001, e vai se lembrar que em 2002, o Maguito Vilela não só apoiou a candidatura do Lula, como comandou internamente o movimento de apoio a essa candidatura. Quem mudou, o PT ou o MDB?
Naquele ano, nós tínhamos uma candidatura ao governo de Goiás e o principal adversário nosso era o PSDB, e continua sendo, e o PSDB estava disputando nacionalmente, com uma postura de muito enfrentamento, de gerar uma situação econômica que naquele momento garroteava o orçamento familiar do brasileiro. Maguito Vilela, com muita responsabilidade, viu uma alternativa, que inclusive foi vitoriosa, porque foi o brasileiro quis para aquele momento. Muito diferente do atual momento, onde o presidente que fica em exercício não tem a aprovação popular que tinha à época. Por quê? Porque não tem entregado aquilo que promete. E é diante dessa decepção, daquilo que não foi honrado quando da campanha e de palanque, que o MDB não aceita. O MDB deseja seriedade, volto a dizer, respeito, de fato, um orçamento familiar que dê conta de arcar com aquilo que é o indispensável, mas que permita o lazer, a cultura, permita outras questões que hoje o cidadão não dá conta porque ele vive para pagar despesa. É isso que nós pretendemos, um estado e uma nação com uma economia mais saudável e o atual modelo representado através do PT não tem entregue isso. E além de tudo fica hoje envolto em vários problemas que a mídia como um todo explícita. O pretendemos é dar sequência ao que Caiado tem feito, no espaço dos últimos sete anos, governo austero, transparente, que não aceita desvio de conduta, que lugar de bandido é na cadeia ou no outro estado, e assim por diante.
O MDB foi sempre considerado um partido mais de centro-esquerda. O MDB não tem se endireitado, utilizando um termo do slogan do governador Caiado, no sentido de haver uma aproximação mais com a direita e até com a extrema-direita, como era a pretensão aqui em Goiás para essas eleições deste ano, trazendo o PL, um partido de extrema-direita?
Primeiro, eu sou um crítico ferrenho a esses rótulos estreitos e rasos. Política não é isso. Política é você discutir, encontrar pontos divergentes e buscar, dentro dos possíveis consensos, a construção de caminhos únicos. Não tem como ser contra a liberdade econômica, a liberdade de imprensa, a liberdade do pessoa, que são bandeiras defendidas a unha e dentes através da dita direita brasileira. Mas também não tem como ser contra uma política de proteção social aos menos favorecidos economicamente, que dizem ser uma bandeira só da esquerda, porque o que nós temos que olhar é o cidadão de bem, o cidadão que trabalha, que luta para construir e gerar qualidade para sua família, que passa por momentos difíceis e precisa da mão do Estado para dar aquele suporte no momento de necessidade com uma rede de proteção, mas que permite ao cidadão ter iniciativa própria, correr atrás, fazer o uso da liberdade econômica, empreender, crescer com um Estado desburocratizado, simplificado, com menos carga tributária, com o retorno daquilo que arrecada em obras e serviços, que são bandeiras claras da direita. O MDB defende aquilo que é bom para a sociedade e existem ideias boas nos dois espectros políticos. O que nós fazemos é defender aquilo que hoje tem mais clareza e hoje o que tem mais clareza é aquilo que tem sido apresentado através do governador Ronaldo Caiado, que é um pouco mais baseado no rótulo de centro-direita. E é isso que nós vamos dar seguimento nos próximos anos.
Caso MDB e PT se alinhem em uma eleição presidencial, qual o impacto disso em Goiás? Na sua variação o MDB pode se dividir?
O MDB de Goiás tem um pré-candidato a presidente da República e dará todo o suporte e suporte a ele, que se chama Ronaldo Caiado, e já foi dito claramente para o presidente Baleia Rossi. Nós não vamos em aventura caso o MDB não ouça as bases, vamos ter coerência com aquilo que acreditamos para o Brasil e para Goiás e vamos apoiar a pré-candidatura de Ronaldo Caiado, nosso futuro presidente.
O senhor participou do grupo que desenvolveu o plano de governo do então candidato Sandro Mabel e fez parte da Comissão de Transição. Qual a avaliação que faz da execução desse plano, que de certa forma foi concebido pelas suas mãos em alguma parte?
Eu tenho auxiliado e vivenciado todos os dias, diuturnamente, porque não é só de dia, de noite também, o município é Aparecida de Goiânia, onde exerço o cargo de secretário de Planejamento e Regulação Urbana por um convite pessoal do prefeito Leandro Vilela, o que me honra muito. Primeiro, através da população maravilhosa que essa cidade tem, através da gestão exemplar que Leandro tem feito ela postura de gestor que ele tem, claro, transparente, objetivo, e extremamente respeitoso ao cidadão e ao recurso que é do cidadão proveniente do pagamento de impostos e taxas. Eu não tenho auxiliado o dia a dia da cidade de Goiânia, que eu amo, que adoro e onde moro, mas não tenho auxiliado dia a dia. Eu não me colocaria numa situação de fazer a avaliação porque eu não estaria sendo justo comigo. É fazer uma avaliação daquilo que eu não conheço a fundo.
O senhor foi cotado para integrar o secretariado de Mabel, mas acabou indo para a gestão de Aparecida de Goiânia. Por que não ficou em Goiânia?
Eu recebi um convite do prefeito Sandro Mabel e recebi um convite do prefeito Leandro Vilela e com muita tranquilidade declinei, agradeci ao prefeito Sandro o convite que ele havia me feito e aceitei o convite que foi feito por Leandro Vilela. É do meu partido, é uma pessoa que conheço existe muitos anos, uma pessoa com quem já tinha convivido em gestões e em momentos anteriores e que hoje muito me alegra poder estar ao lado trabalhando todos os dias.
Como fica a relação da prefeitura de Aparecida com a Câmara?
A transparência da gestão do prefeito Leandro Vilela, não só dele como pessoa, que é muito claro, objetivo e transparente no que faz, no que se compromete, naquilo que se indica a resolver e que entrega para o povo, assim como na forma como conduz a gestão, que é idêntica a postura pessoal dele, de muita seriedade e respeito ao recurso. E isso faz com que os vereadores percebam que não tem margem para qualquer desvio de conduta, para a burocracia desnecessária, para qualquer outro artimanha que muitas vezes a gente vê estampado em jornal e que são perniciosas e prejudica o povo. Isso faz com que as coisas aconteçam, os benefícios sejam entregues para o povo, tanto que em pouco mais de 12 meses, o prefeito já desenvolveu obras em mais de 65 bairros da cidade; já construiu e liberou pontes, trincheiras, viadutos; na área da assistência social tem trabalhos que antes não eram feito, tem uma rede que fica crescendo, com o suporte do estado, de proteção e respeito aos menos favorecidos economicamente e uma rede gigantesca de proteção à mulher, tem clareza junto às indústrias e aos empresários, falando venha para Aparecida, permaneça em Aparecida, trabalhe e gere mais riqueza por Aparecida, porque você vai ter um poder público desburocratizado, simplificado, ágil, rápido e que vai exigir de você via tributo aquilo que é justo, sem querer garrotear qualquer empresário ou empresa para buscar alternativas de receita. As coisas aqui são claras, e isso faz com que o vereador entenda que esse projeto deve ser apoiado, porque o povo hoje já dá um índice de aprovação na ordem de quase 60% para Leandro Vilela. Aparecida hoje é o município entre as 25 maiores cidades do Brasil com melhor qualidade de segurança pública. Pesquisa feita não através da prefeitura, mas por institutos privados de qualidade. A gestão do prefeito Vilela já fica entre as dez melhores gestões das grandes cidades do Brasil.Com início da hora que o povo recebe e respalda essa gestão, as ações, os resultados, a Câmara vê que esse é o caminho. A sociedade espelha muito a Câmara. E aí a relação é de mais harmonia, de mais tranquilidade. Além do que, o respeito ao parlamento é premissa básica aqui. Hoje mesmo (5 de março), o prefeito dirigiu três projetos de lei para a câmara. Estávamos lá, quatro secretários municipais, apresentando, discutindo previamente, antes de começar a tramitar e nos colocando à disposição a qualquer momento para dar mais esclarecimentos e contribuições que porventura o parlamento queira.. É um respeito total aos 25 vereadores da cidade.
O senhor vai disput
Andrey Azeredo: vice de Daniel Vilela será definido mais adiante e Gustavo Mendanha aparece como opção
Fonte: Tribuna do Planalto


