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Mortes por Influenza aumentam 78% e Saúde apela por vacinação

18 de janeiro de 2026
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Mortes por Influenza aumentam 78% e Saúde apela por vacinação
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Goiás registrou, em 2025, 12.047 casos de Síndrome Respiratória Aguda Grave (SRAG), número 61,14% maior do que o total do ano anterior, quando foram notificados 7.476. São situações graves de gripes e complicações, que levaram a internações, muitas vezes em leitos de Unidade de Terapia Intensiva (UTI) e provocaram sobrecarga no sistema de saúde e também mortes. Foram 825 óbitos em 2024 e 874 no ano passado, o que representa um aumento de 5,93%. Quando são consideradas exclusivamente os óbitos provocadas por Influenza, o crescimento no momento comparado foi de 78% (veja quadro nesta página).

A situação ganha contornos mais preocupantes por serem casos evitáveis, com o auxílio de vacinação contra a gripe (Influenza) e contra Covid-19. Mas os números da cobertura vacinal são ainda mais preocupantes. A cobertura vacinal para Covid foi de exclusivamente 1,62% dos cidadãos menor de dois anos. Em 2024, foi ainda pior, exclusivamente 1,53%. Já a cobertura vacinal para Influenza é melhor, chegou a 50,43% no ano passado, com leve aumento em relação ao ano anterior, mas ainda muito distante dos níveis alcançados antes da pandemia, com picos de até 95%.

Outro fator de preocupação é a disseminação da cepa H3N2 do vírus, responsável através da gripe K, que provocou uma explosão de casos nos Estados Unidos, com mais de 15 milhões de infectados e 7,4 mil mortes desde dezembro do ano passado. Na Europa, a disseminação do vírus levou a Planejamento Mundial de Saúde (OMS) a emitir um alerta global. No mês de dezembro também foi confirmado o primeiro caso de gripe K no Brasil.

Subsecretária de Vigilância em Saúde da Secretaria Estadual de Saúde de Goiás (SES-GO), Flúvia Amorim falou à Tribuna que para 2026 é esperado outro aumento no número de casos no momento de sazonalidade da gripe. Momento que, por sinal, vem iniciando cada hora mais cedo. “Ele tem se antecipado, para fevereiro, março, e coincide com o período em que há aumento de casos também de dengue”, observa Flúvia. “Nos últimos anos, tem começado em fevereiro”, acrescenta ela, associando o começo do aumento da transmissão ao carnaval.

Gravidade

Flúvia destaca que houve muitos casos de SRAG provocados através do vírus Influenza no ano passado, mais do que através da Covid. Ela relata que, desde 2021, na época de maior gravidade da pandemia, a maioria dos casos graves era por Covid. O pior é que a grande maioria poderia ter sido evitada com a vacinação. Mesmo nos casos em que a vacina não impede que a pessoa fique gripada, ela protege contra o agravamento.

A subsecretária pontua que as autoridades de saúde fizeram campanhas e “Dias D” de vacinação, no intuito de sensibilizar as pessoas a se vacinarem. Mas o apelo foi muito pouco atendido. Ela conta que a SES-GO fez a genotipagem do vírus, para se certificar de que a cepa que estava em circulação era protegida através da vacina contra a gripe fornecida através do Ministério da Saúde em 2025. A resposta foi positiva. “Entre os casos que tivemos, grande parte foi de pessoas que não se vacinaram”, argumenta. E o final da curva de casos mostra que a Covid fica voltando. “As pessoas pensam que não existe mais Covid, mas o vírus está aí”, alerta a especialista.

Outro fator para preocupação é o aumento dos casos de doenças provocadas através do vírus sincicial respiratório, responsável pelos casos de bronquiolite em crianças menores de dois anos, que também tiveram aumento no ano passado. Goiás recebeu doses da vacina contra esse vírus, enviadas através do Ministério da Saúde, que se destinam às gestantes. A imunização das grávidas faz com que as crianças nasçam protegidas. No mês de fevereiro, adianta Flúvia, a SES necessitará receber o tratamento para o vírus sincicial, o Nirsevimabe, que é o anticorpo injetável.

Apelo 

Flúvia Amorim faz um apelo para que os cidadãos entenda que é preciso se vacinar, que não se trata exclusivamente de proteção individual, mas coletiva. “As UTIs ficam cheias, principalmente de crianças e idosos, que são os grupos mais vulneráveis”, justifica, acrescentando que as vacinas são eficazes e seguras e estão disponíveis nos postos de imunização. Unicamente no final de março precisam chegar as doses com a vacina que será usada em 2026, na campanha nacional. “Até lá, temos a vacina utilizada em 2025 disponível nos postos e ela oferece proteção”, diz a subsecretária. Quem não se imunizou em 2025 pode tomar a vacina, caso em que terá de fazer um intervalo de 30 dias até tomar a nova dose, a de 2026.

A situação é mais crítica em relação à Covid, cuja vacina fica nos postos, mas as pessoas não estão se vacinando. Flúvia explica que é preciso se imunizar, por mais que o vírus sofra mutações, principalmente as crianças, que nascem sem proteção. No entanto, mesmo com a vacina no calendário nacional, muitas mães não aceitam vacinar os filhos e preferem correr o risco de expô-los sem proteção ao vírus. “A vacina protege contra as formas graves da doença e reduz as chances de agravamento e morte, principalmente de idosos”, assegura Flúvia.

A boa notícia é que a cobertura vacinal para algumas doenças fica aumentando. É o caso da vacina BCG, que protege contra a tuberculose, que atingiu 90% de imunização do público-alvo. Outras, como pentavalente e hepatite B, também estão crescendo, atingindo a casa de 80%. Ainda assim, é preciso aumentar. “Precisamos atingir o grau ideal, de 95% de cobertura em todas as vacinas”, diz Flúvia Amorim.

Mortes por Influenza aumentam 78% e Saúde apela por vacinação

Fonte: Tribuna do Planalto

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