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Os muitos PLs

28 de dezembro de 2025
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Os muitos PLs
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O governador Ronaldo Caiado (UB) entrou em campo para atrair o PL para a base apoiadora da eleição estadual, sinalizando que o partido pode ser parte da chapa do ex-governador Daniel Vilela (MDB). Mas na mesma semana que ele anunciou o interesse, Wilder Morais, presidente do PL e atual senador de Goiás, tem ganho de causa em uma ação no Tribunal Regional Eleitoral (TRE-GO), que denuncia o envolvimento da Secretaria de Comunicação de Goiás em um plano que, segundo ele, pretenderia trazer benefícios para Daniel Vilela eleitoralmente e prejudicar, simultaneamente, adversários políticos, com destaque para o próprio Wilder.

O mesmo PL que fica sendo convidado a integrar a chapa de Daniel Vilela fica no centro de um processo judicial que aponta abuso de poder político. Os protagonistas dos dois episódios, o deputado Gustavo Gayer, que defende a aliança do PL com a base apoiadora, e Wilder Morais, fazem parte do mesmo grupo dentro do PL. A pergunta que fica é: até que ponto as estratégias eleitorais poderão ser conciliadas em um contexto de tanta divergência? 

Uma eventual aliança entre PL e MDB impediria o PSB de compor a mesma aliança, afirmou o presidente da legenda, Elias Vaz, quando anunciou a intenção do PSB de apoiar Daniel Vilela (MDB). Foto: Câmara dos Deputados
Probabilidade

Uma pesquisa de 10 meses antes da eleição tem uma oportunidade moderada de se confirmar, entre 50% e 70%, dependendo da estabilidade do cenário político. No entanto, é importante ter em mente que a política é imprevisível, e os últimos meses antes da eleição costumam ser decisivos.

Fatores que afetam a probabilidade

Mudanças no cenário político: novos candidatos, alianças poderão ser compostas ou desfeitas, e escândalos políticos ou econômicos. Nas eleições de 2018, por exemplo, pesquisas feitas meses antes do pleito não previam com precisão o crescimento de Jair Bolsonaro, que teve uma ascensão meteórica nos últimos meses antes da eleição. 

Campanhas eleitorais

Durante os meses seguintes, o candidato que tiver um desempenho melhor em debates, entrevistas e no contato com os eleitores pode ganhar votos. Notícias e eventos políticos: Uma crise econômica, um acontecimento de grande repercussão ou mesmo uma mudança na avaliação do governo podem afetar a opinião pública e alterar as intenções de voto. 

Polarização

Em cenários de forte polarização, como nas eleições mais recentes no Brasil, os eleitores tendem a ser mais decididos, mas também mais suscetíveis a mudanças rápidas em caso de novos eventos relevantes. Dinâmica eleitoral: A política brasileira, em especial, é marcada por fenômenos de “ondas eleitorais”. Isso quer dizer que um candidato pode ganhar popularidade de forma rápida, e uma pesquisa feita meses antes não refletiria essas mudanças rápidas. Isso foi notório, por exemplo, com o crescimento de Bolsonaro em 2018.

Gesto simbólico 

O presidente Lula decretou a cultura gospel como manifestação cultural brasileira. O Estado passa a reconhecer a fé também como expressão cultural, identidade e parte da história do país. A medida abre caminho para a valorização e a inclusão da cultura gospel nas políticas públicas, alcançando não unicamente a música, mas artistas, agentes culturais e espaços comunitários ligados ao segmento. O gesto é lido nos bastidores como mais um movimento do governo para ampliar o diálogo com o eleitorado evangélico, segmento em crescimento e estratégico no tabuleiro político nacional.

Havaianas

A campanha publicitária da Havaianas, que provocou reação e chamado ao boicote por setores da direita, ultrapassou as fronteiras do País e ganhou destaque na imprensa internacional.O The New York Times afirma que a sandália mais popular do Brasil foi lançada ao centro de uma verdadeira “tempestade política”. O jornal americano lembra que, apesar da forte polarização que divide o País, o apreço pelas Havaianas foi sempre um raro ponto de acordo nacional. Citando o slogan “todo mundo usa, todo mundo adora”, o texto destaca que esse acordo parece ter sido rompido.

Brasilidade

“Poucos itens do vestuário são tão brasileiros quanto uma marca de chinelos de borracha coloridos”, escreveu a jornalista Ana Ionova, ao contextualizar como um símbolo cultural acabou envolvido no embate político que marca o Brasil atual.

Direita continua majoritária no País

Pesquisa Datafolha divulgada na próxima quinta (25) mostra que a direita continua sendo o campo ideológico com maior reconhecimento entre os brasileiros. De acordo com o levantamento, 35% dos cidadãos se declara de direita e outros 11% de centro-direita, somando 46%. Já a esquerda reúne 29% (22% de esquerda e 7% de centro-esquerda), enquanto 17% se dizem de centro. O resultado reforça a fragmentação política às vésperas de 2026.

Petistas e bolsonaristas

Apesar da predominância da direita no espectro ideológico, a reconhecimento com o petismo aparece numericamente à frente do bolsonarismo. A pesquisa aponta 40% de petistas contra em torno de 36% de bolsonaristas. Outros 18% se declaram neutros. Desde 2022, o Datafolha registra vantagem do campo lulista na grande parte dos levantamentos, demonstrando que a polarização continua equilibrada, mas com leve inclinação ao PT.

Idade, religião e escolaridade 

O Datafolha também mostra que o posicionamento político varia conforme o perfil do eleitor. A direita é mais forte entre pessoas com 60 anos ou mais (42%) e entre evangélicos (42%). Já entre jovens de 16 a 24 anos, o centro lidera, com 30%. O levantamento ainda evidencia contradições: 22% dos eleitores que se dizem de direita votaram em Lula em 2022, enquanto 9% dos que se identificam com a esquerda escolheram Bolsonaro, evidenciando um eleitorado menos ideológico do que aparenta.

 

 

Os muitos PLs

Fonte: Tribuna do Planalto

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