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“Todo governo tem o risco de se tornar refém do Congresso”

5 de julho de 2025
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“Todo governo tem o risco de se tornar refém do Congresso”
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Em entrevista à Tribuna do Planalto, o deputado petista avalia a dificuldade que o governo Lula fica encontrando para administrar com um Congresso majoritariamente de oposição, mas diz que isso não surpreende a esquerda. Julga que o presidente Lula tem conseguido superar as adversidades, uma vez que aprovou mais de 80% dos projetos que enviou ao Parlamento, minimizando a derrota na proposta de aumento da IOF. Sobre a candidatura de Caiado a presidente da República, Otoni analisa que a maior dificuldade do governador é convencer que pensa igual a ele. 

Foi publicada uma pesquisa Quaest que aponta que 46% dos deputados federais avaliam o governo Lula de forma negativa e 27%, positiva. Esse quadro é resultado de que na opinião do senhor?

O resultado da representação na Câmara federal. Isso não é novidade. Desde o começo do governo do presidente Lula, sabemos que a representação de apoiamento ao presidente Lula foi sempre menor do que de apoiamento à outra ala. Esse é o grande desafio, que é não unicamente ganhar a eleição, mas ter também uma representação maior no Congresso Nacional. O governo tem sido de sucesso, com bons resultados, graças à capacidade de articulação política do presidente Lula, mas não porque ele tem a maioria no Congresso; ele nunca teve. Só para se ter uma ideia, dos 513 deputados na Câmara, unicamente 60 são do Partido dos Trabalhadores, com a federação, chega a 80, com os partidos apoiadores, a 120, 140. Para 513, existe uma distância muito grande. O presidente Lula tem governado, e bem, graças à sua capacidade de articulação e de construção da governabilidade.

“Não tem uma obra sequer, pode andar o estado de Goiás inteiro, um município sequer que tenha uma obra do governo federal anterior entregue para a população.”

Quando o senhor fala que Lula tem governado bem isso não é corroborado pelas pesquisas de avaliação do governo. O governo não é bem avaliado porque não comunica bem essa boa gestão ou porque a oposição tem feito um trabalho melhor para desacreditar o governo Lula?

O meu parâmetro para dizer se governo bom ou ruim é o resultado das entregas que se faz à comunidade, porque o governo existe para servir à comunidade, à população e, principalmente, a quem precisa das políticas públicas. Não pode ser uma questão de opinião. Eu não tenho uma opinião disso ou daquilo, eu avalio pelos resultados e ando o estado todo, já visitei esse ano 148 municípios de forma presencial, e por todo lado que eu vou, em todas as regiões tem obras do governo do presidente Lula sendo iniciadas, sendo entregues, unidade básica de saúde, creche, escola de tempo integral, equipamentos para agricultura familiar, trator, retroescavadeira, caminhão caçamba. Coisas que não aconteciam no governo anterior. Não tem uma obra sequer, pode caminhar o estado de Goiás inteiro, um município sequer que tenha uma obra do governo federal anterior entregue para o povo. Nós temos obras espalhadas por todo o estado. É isso que dá o resultado de um bom governo. Não é a opinião. Opinião todos têm. Cada um tem a sua e as pesquisas mostram a opinião. Quando eu falo do governo exitoso é o governo que fica entregando os benefícios para a comunidade.

Mas o governo não fica comunicando bem isso à comunidade?

Essa questão se existe o reconhecimento ou não da população vai ser medida na eleição, não na pesquisa. Na próxima eleição vamos poder medir se o povo reconhece ou não esse trabalho. Eu estou andando o estado todo e vejo que existe um reconhecimento; o pessoal fica vendo o que foi feito no governo anterior e o que fica sendo entregue agora. Eu estou muito otimista quanto a esse próximo momento da nossa política, porque 2023 e 2024 foram anos de semeadura, de preparação do terreno, de plantação; 2025 e 2026 serão anos de colheita, e eu já percebo isso por onde tenho andado. Os municípios já iniciam a colher aquilo que foi iniciado no governo do presidente Lula, com obras, com projetos, com programas, com investimento do governo federal que possibilitam a melhoria da qualidade de vida dos cidadãos.

“Pela habilidade do presidente Lula, mesmo sem maioria, nesses dois anos e meio de governo, ele aprovou mais de 80% das matérias que mandou para o Congresso Nacional.”
O senhor percebe na câmara um movimento comandado através do centrão para deixar o governo Lula ‘sangrar’ até 2026, como foi aventado recentemente?

Essa questão da disputa política não é novidade, além do mais, o Congresso existe para poder assegurar a representação das diferentes opiniões que existem na sociedade e a começar do resultado da eleição, a representatividade é colocada e temos que conviver com ela. Não é novidade que a maioria da representação, tanto na Câmara quanto no Senado, não é uma representação vinculada e apoiadora do presidente Lula. O presidente Lula fica realizando o seu trabalho mesmo não tendo essa maioria através da sua capacidade de articulação. O que você diz é verdade, existe uma movimentação da maioria, tanto na Câmara quanto no Senado, num sentido diferente daquilo que projeta o presidente Lula. Mas isso não é empecilho. O presidente Lula já explicou várias vezes que defende a democracia e na democracia ele sabe conviver com quem pensa diferente e trabalha também com quem pensa diferente, e fica gerindo dessa maneira. Existem projetos diferentes e esses projetos diferentes vão disputar a próxima eleição como disputamos as outras eleições também. Isso faz parte da democracia.

Existe um movimento petista em redes sociais chamando o presidente da Câmara, deputado Hugo Motta, de traidor do Lula. Hugo Motta traiu Lula?

A minha avaliação é que precisamos criar um ambiente favorável para trabalharmos juntos com a Câmara e com o Senado em tudo aquilo que nós pudermos trabalhar. Mas sabemos que o atual presidente da Câmara, assim como o presidente anterior, não é ligado ao presidente Lula. Então, não se trata de traição. Eles têm as opiniões deles, têm uma posição às vezes diversa da posição do presidente da República, que sabe conviver com isso. E muitas das vezes isso leva o presidente Lula a ser derrotado em algumas matérias que encaminha para a Câmara, como foi o caso da votação do IOF. Mas através da habilidade do presidente Lula, mesmo sem maioria, nesses dois anos e meio de governo, ele aprovou mais de 80% das matérias que mandou para o Congresso Nacional. É um resultado muito positivo para quem não tem maioria na Câmara e no Senado conseguir aprovar mais de 80% das matérias. Algumas matérias ele perde, mas na grande maioria ele tem logrado êxito, até porque todas matérias que apresenta são de interesse dos cidadãos brasileira.

Depois de a derrota no IOF, o governo liberou emendas parlamentares. O governo estaria se tornado refém do Congresso? 

Todo governo corre o risco de ser refém do Congresso. E um exemplo de governo refém do Congresso foi o anterior, do (Jair) Bolsonaro, que chegou ao ponto de criar um orçamento secreto e entregar para o Legislativo executar. Isso, sim, foi um absurdo. Eu não me lembro de ninguém ficar preocupado com isso, ou através do menos a grande maioria não se preocupou com isso na época, o que foi um grande acinte, inclusive sendo perguntado na Justiça. Tem dezenas de parlamentares respondendo processo. Isso sim foi uma coisa muito grave. O que existe é o presidente Lula tentando trazer adiante, criar as condições de responsabilidade fiscal para não ter que cortar nas políticas públicas. Tem gente que acha que não precisa do IOF porque basta cortar os gastos. E onde que eles querem cortar os gastos? Na saúde, na educação, na ação social, nas políticas sociais. E o que nós estamos desejando é poder assegurar receita para que esses programas não sejam prejudicados. Esse é o grande debate que fica no Congresso Nacional e que faz parte da democracia, não tem nada de mais nisso. Cada um defende a sua opinião e aqueles que pensam diferente de mim, do presidente Lula têm o direito de pensar. Nós vamos disputar as nossas ideias e vamos disputar na sociedade, tentando exibir para a sociedade qual que é o debate que fica em jogo.

“Qual absurdo que existe em querer cobrar 0,5% a mais de imposto de cerca de 150 mil pessoas no Brasil que são bilionárias, ganham mais de um bilhão por ano, para viabilizar uma receita maior para 10 milhões da população carente do país?”

E o debate que fica em jogo é a luta entre pobres e ricos que a propaganda do PT levou nesta semana?

Acho que colocar dessa maneira é simplificar o desafio que temos no país. Mas, às vezes, do ponto de vista da comunicação, é importante dar esse choque para as pessoas começarem a notar o que realmente fica em jogo. Qual absurdo que existe em querer exigir 0,5% a mais de imposto de aproxamadamente 150 mil pessoas no Brasil que são bilionárias, ganham mais de um bilhão por ano, para tornar viável uma receita maior para 10 milhões dos cidadãos carente do país?  Falar em uma guerra entre ricos e pobres, às vezes soa mal, exagerado, mas o debate é sobre fazer justiça tributária,para quem ganha mais possa pagar um pouco mais para que aqueles que ganham menos tenham acesso a políticas públicas que garantam qualidade de vida, dignidade e cidadania.

Os candidatos às eleições do PT, Rui Falcão, Valter Pomar e Romênio Pereira, criticam o Congresso Nacional e alertando que partidos de direita com ministérios estão “tentando sufocar o governo Lula”. Como o senhor vê essa crítica?

Essa disputa é real e não é novidade. O presidente Lula foi eleito com esse Congresso, onde o PT tem 60 deputados em 513. Alguns partidos que não permaneceram com o presidente Lula na campanha de 2022, estão presentes nos ministérios.Isso é fruto dessa tentativa do presidente Lula, mesmo tendo minoria no Congresso, de tentar construir a governabilidade. Mas às vezes, isso não é suficiente para passar todas as matérias, e em algumas matérias, mesmo com esse gesto para a governabilidade, não existe acordo. Mas na grande maioria das matérias, o presidente Lula tem conseguido trazer adiante o seu projeto com mais de 80% dos seus projetos que foram aprovados no Congresso Nacional.

Edinho Silva, o outro candidato a presidente do PT, defende retomar diálogos com o partido de centro e centro-direita, para refazer a grande eleição de 2022? Qual o melhor caminho?

O presidente Lula foi eleito com o Congresso majoritariamente divergente da sua opinião e  ele continua dialogando com esses partidos, construindo a governabilidade, cabe a ele fazer isso. A campanha eleitoral será outra coisa. Quando chegar o momento de definição das alianças, a começar de abril do ano que vem, vamos construir alianças com aqueles que queiram também fazer parte do processo eleitoral conosco. Eventualmente teremos partidos que estão conosco no governo e que no processo eleitoral não vão fazer parte. Da mesma forma que em 2022, partidos que não permaneceram conosco no processo eleitoral e estão com o governo. São fatos diferentes: para a governabilidade, o presidente Lula constrói uma base de apoio do Congresso e, para o processo eleitoral, cada partido fará as definições lá na frente, a começar de abril. Da nossa parte, vamos buscar ampliar a nossa frente de apoio, mas isso vai depender do diálogo a começar do ano que vem.

Por que a fundação do PT  pretende solidificar o diálogo com os evangélicos? Qual a necessidade do segmento para o projeto político do PT?

Porque temos que dialogar com toda a sociedade, quem governa tem que saber que não governa unicamente para quem vota nele, para quem é simpático, para quem fica no seu partido. Você tem que dialogar com todos os segmentos da sociedade, seja maioria ou minoria. Essa é uma obrigação, precisamos fazer isso. Eu sou deputado federal do PT, todos sabem disso, a minha reconhecimento, mas tenho consciência que, na medida que sou eleito, sou eleito não unicamente para o PTE, não unicamente para quem votou em mim. O PT tem a responsabilidade de se aproximar de segmentos importantes, e quando se fala na religiosidade, trabalhar esses setores, e não unicamente católicos e evangélicos; existe outras manifestações religiosas que são minoritárias na sociedade, mas que merece o respeito e atenção do PT a começar das necessidades e das carências que eles têm.

Quais bandeiras o PT precisaria resgatar para voltar a falar com os trabalhadores?

O PT continua no seu diálogo e todo partido tem seus momentos de maior efervescência, de algumas bandeiras, de algumas necessidades a começar da realidade do povo brasileiro. Quando se fala de classe trabalhadora, em alguns momentos, a necessidade é uma, em outros momentos, é outra. E o que eu vejo que um partido como o PT precisa sempre ter presente é a capacidade de ouvir, a capacidade e a sensibilidade de compreender as necessidades de cada setor da sociedade para, a começar dessas necessidades e dessa sintonia com a realidade do povo, construir o seu projeto. Não unicamente o projeto de governo, quando governa o país, mas o projeto de um partido político que pretende estar enraizado na sociedade. Esse é o grande desafio do PT, ter a capacidade de ouvir, de escutar, de dialogar para compreender a realidade de cada momento.

O senhor espera alguma surpresa na eleição para a direção do PT nacional e em Goiás?

Eu trabalhei, desde o começo, tanto em nível nacional quanto no estado de Goiás, no sentido de buscar o máximo plausível de unidade. O meu sentimento e a minha defesa foi no sentido de podermos unificar as forças. Gastarmos as nossas energias na preparação para confrontar o adversário maior que fica lá fora. Em Goiás, conseguimos construir uma ampla unidade, não foi uma unidade total, teremos disputa, mas uma unidade majoritária no sentido de podermos assegurar que o PT continue se solidificando, crescendo no estado de Goiás e aumente a sua representação na Assembleia Legislativa. Desejamos sair de três deputados estaduais para cinco e de dois deputados federais para através do menos três deputados federais na próxima representação no Congresso. E para isso, esse trabalho de unidade em Goiás foi muito importante. No Brasil, mesmo com as candidaturas postas, a  do Edinho é uma candidatura que unifica grande parte do PT e estou convencido que será uma candidatura vitoriosa e que terá a capacidade de diálogo com as outras candidaturas que estão disputando com ele. Estou convencido que o PT sairá de maneira unificada com o projeto de fortalecimento do projeto coordenado através do presidente Lula.

O partido tem rumos a serem ajustados com a nova direção?

Eu, cada hora mais, estou convencido e tenho dito isso em todas as oportunidades de diálogo, de debate na bancada e no PT, que o grande desafio que temos neste momento é estarmos abertos para o diálogo com a sociedade. Infelizmente, neste último momento,  vivenciamos no Brasil, de certa forma, no mundo, mas no governo federal anterior com muita evidência e instigação do próprio governo, um momento de muito radicalismo, de muito enfrentamento, de muito desrespeito a quem pensa diferente. Quem governa e fica disposto a fazer política precisa estar aberto a dialogar com quem pensa diferente, respeitar as diferenças de opinião e buscar trabalhar projetos dentro daquilo que é plausível e daquilo que seja a média do pensamento de cada segmento. Vejo que este é o grande desafio, superar essa essa visão de enfrentamento; de que se eu encontro um segmento ou uma pessoa, ou um partido que pensa diferente, eu preciso destruir. Não é assim. A política não foi criada para o enfrentamento, para a destruição de quem pensa diferente; foi pensada lá no seu começo como um espaço de negociação, de mediação, de entendimento, de respeito a quem pensa diferente para construção de um caminho unificado. Vejo que este é o grande desafio para o PT e para qualquer um que queira fazer política pensando no bem comum.

Quais as articulações estão sendo estudadas para as alianças em 2026 e o PSDB fica no radar do PT?

Vai depender do PSDB. As alianças a gente faz com quem pretende. Qual é o nosso interesse? Ampliar o raio de apoio ao nosso projeto nacional, nós já temos projeto, que é o coordenado através do presidente Lula, projeto exitoso, que respeita a democracia, que tem comprometimento com o povo mais simples, humilde, trabalhador, que procura resultados reais, verdadeiros no dia a dia da população, entregando benefícios para poder assegurar cidadania plena para as pessoas. Este é o projeto que defendemos e qualquer partido que queira abraçar esse projeto nós vamos dialogar. Mas não tem como definir com quem vamos aliar, porque cada partido tem a sua definição, tem o seu entendimento, tem a sua avaliação. E repito, nós respeitamos aqueles que pensam diferente e vamos disputar as nossas ideias.

Como avalia a pré-candidatura a presidente da República do Ronaldo Caiado?

É legítimo, faz parte da democracia e o governador tem legitimidade para buscar esse pleito e vai aferir isso no seu processo. Eu vejo que a dificuldade que ele tem hoje não é com quem pensa diferente dele. A dificuldade que ele tem é até com os que pensam mais próximos dele, porque ele vai ter que convencer o partido dele, que deve ter candidato a presidente da República; se não convencer o partido dele e desejar sair candidato, talvez tenha que mudar de partido. Eu vejo que a legitimidade ele tem, faz parte da democracia, e o problema para a candidatura dele não fica com quem pensa diferente. O desafio que ele tem é justamente superar as dificuldades que tem no seu próprio ambiente, no seu próprio campo de trabalho.

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Fonte: Tribuna do Planalto

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