Câmeras instaladas através da dona flagraram o momento em que a suspeita retirava notas do caixa; prejuízo pode ter sido acumulado no decorrer de meses.
Uma empregada de um açougue em Goianápolis, na Área Metropolitana de Goiânia, foi apreendida suspeita de desviar em torno de R$ 200 mil do caixa do estabelecimento. A investigação da Polícia Civil de Goiás aponta que os furtos aconteciam de forma contínua e discreta, com o dinheiro sendo escondido em um saco de lixo sob o balcão.
A descoberta do plano partiu da própria dona do comércio, que passou a desconfiar da empregada depois de notar inconsistências frequentes no fechamento do caixa, em particular nos turnos em que ela trabalhava. Outro fator que levantou suspeitas foi o padrão de vida da colaboradora, considerado incompatível com o salário recebido.
Diante das desconfianças, a empresária decidiu instalar câmeras de segurança no local. As imagens registraram o momento em que uma mulher retira cédulas do caixa e as deposita em um saco de lixo, aparentemente para impedir qualquer tipo de suspeita imediata.
A gravação que embasou a investigação foi feita no dia 10 de abril. Já na segunda-feira (13), baseado nas provas reunidas, a polícia fez a prisão da suspeita em flagrante por roubo capacitado.
De acordo com os investigadores, unicamente no dia em que o vídeo foi registrado, a empregada teria subtraído em torno de R$ 1,2 mil. No entanto, a estimativa é de que os desvios vinham acontecendo existe meses, o que teria gerado o prejuízo total aproximado de R$ 200 mil ao estabelecimento.
A suspeita trabalhava no açougue existe em torno de 3 anos, mas os indícios de irregularidades teriam surgido recentemente, quando as diferenças no caixa passaram a se tornar recorrentes.
Até a última atualização do caso, não havia confirmação sobre a realização de audiência de custódia ou sobre a manutenção da prisão. A identidade da investigada não foi divulgada, e sua defesa não foi localizada.
Empregada é apreendida suspeita de desviar R$ 200 mil de açougue ao esconder dinheiro em saco de lixo
Fonte: Jornal Horaextra


