A Pastoral Carcerária da Arquidiocese de Goiânia informou, segunda-feira agora (20), uma nota pública em que demonstra preocupação com o tratamento dado a pessoas em monitoração eletrônica. No texto, a entidade afirma que o aumento das prisões não resolve os problemas sociais e defende investimentos em políticas públicas nas regiões de educação, saúde mental, habitação e capacitação profissional para promover a reintegração social e amplificar a segurança pública.
Conforme a nota, homens e mulheres que utilizam tornozeleiras eletrônicas precisam de apoio social, psicológico e espiritual, além de políticas que permitam reconstruir seus projetos de vida. A Pastoral destaca que o problema das ruas não se resolve com mais prisões, mas com mais políticas voltadas à inclusão e à dignidade humana.
Ação conjunta
A entidade pede que os poderes públicos atuem de forma conjunta nas regiões de Assistência Social, Educação, Trabalho e Direitos Humanos, com participação da sociedade civil e das populações religiosas, para assegurar oportunidades reais de recomeço e amplificar a justiça social.
A Pastoral fundamenta que fica aberta ao diálogo e à cooperação com instituições comprometidas com a inclusão, a reconciliação e a paz social, reforçando seu comprometimento com a vida, a justiça restaurativa e os princípios do Evangelho.
Acesse a nota completa em: Pastoral Carcerária de Goiânia publica nota em defesa da inclusão social e justiça restaurativa
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Arquidiocese de Goiânia divulga nota em repúdio ao tratamento dado a pessoas com tornozeleira eletrônica no município
Fonte: Tribuna do Planalto


