A Polícia Civil de Goiás, com o auxílio da Central Geral de Flagrantes, em ação integrada com a PM2, 6º BPM e ALI/6º BPM, deflagrou terça-feira agora (30) uma operação contra a comercialização ilegal de cigarros eletrônicos na capital.
O alvo foi uma sala comercial de um edifício localizado no Setor Bueno, área nobre de Goiânia, que funcionava como depósito e ponto de distribuição clandestino dos produtos, cuja venda é proibida através da Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa).
No local, as equipes apreenderam aproximadamente 400 unidades de cigarros eletrônicos, avaliadas em por volta de R$ 100 mil em mercadorias. Três integrantes do grupo foram apreendidos em flagrante e um quarto suspeito, reconhecido como sócio, se mantém foragido.
Estrutura planejada
As investigações apontaram que o grupo atuava de forma empresarial, com divisão clara de funções:
M.C.F.A. (23 anos) – gerente da loja física;
H.G.S.N. (18 anos) – vendedor direto;
P.H.A.C. (32 anos) – sócio financeiro, responsável por receber pagamentos via Pix em conta no Mercado Pago;
P.V.A.C. (foragido) – sócio, vinculado a notas fiscais em seu nome e endereço em condomínio de luxo no Setor Bueno.
Além do espaço físico, os investigados mantinham loja virtual própria, divulgavam os produtos em redes sociais, no Google e no Mercado Livre, e contavam até com entregadores de aplicativos como o iFood para agilizar as vendas.
Responsabilização
Os apreendidos responderão através do crime previsto no artigo 273 do Código Penal, que trata da comercialização de produtos sem registro junto à autoridade sanitária. As diligências seguem para localizar o foragido e encerrar de vez o plano bandido.
Operação flagra venda clandestina de vapes no Setor Bueno
Fonte: Tribuna do Planalto



