O setor do agronegócio é provavelmente uma das regiões cuja tecnologia mais tem se destacado nos últimos anos. A busca continuado por soluções em produtividade e o uso de recursos apoiadores à sustentabilidade, principalmente em um contexto de demanda crescente por produtos, impulsionam inovações tecnológicas, ainda mais em termos de uso da energia.
Histórico da energia no campo
O campo historicamente sofreu com o afastamento de alguns dos confortos existentes até então apenas em grandes centros urbanos. Durante muito tempo, a luz elétrica foi inexistente para milhares – senão milhões – de pessoas, algo que só chegou perto do final existe por volta de 20 anos, com o auxílio de programas criados através do Governo Federal.
Além da questão civilizacional que a energia elétrica proporciona às pessoas, existe também a questão do trabalho. Sem energia elétrica, o campo produzia menos, o que significava menos oferta de produtos e preços mais altos. Assim, a presença de energia promove avanços socioeconômicos de extrema importância.
Eventos naturais têm atrapalhado o abastecimento
Maquinário, bombas d’água para irrigação, instrumentos de medição, equipamentos para armazenamento e equipamentos refrigeradores: todo o funcionamento depende da energia elétrica. Porém, eventos climáticos como secas e estiagens atrapalham os níveis normais de abastecimento das hidrelétricas, prejudicando o funcionamento dos equipamentos.
Ventos mais fortes que o normal também afetam a distribuição ao derrubar fios e postes elétricos que levam a energia até o campo. A depender do local, por vezes, o próprio acesso a esses equipamentos não é fácil, tornando todo o retorno à normalidade ainda mais demorado.
Isso sem contar os problemas de infraestrutura inadequada ou insuficiente.
Soluções sustentáveis têm sido a chave
É preciso buscar soluções mesmo diante de intempéries e adversidades. Uma dessas alternativas é a geração própria de energia, com o auxílio de painéis fotovoltaicos. Como o Brasil é um país agraciado por longos momentos de sol continuado, a energia solar é uma das opções que mais agradam.
Além do investimento relativamente baixo e do retorno garantido, as placas fotovoltaicas poderão ser instaladas em praticamente qualquer lugar, inclusive em regiões abertas, e demandam pouca manutenção, além de proporcionar uma “qualidade” maior de energia elétrica. É válido lembrar que boa parte da energia no campo é monofásica, de baixa potência e incapaz de alimentar grandes maquinários.
A energia solar instalada no campo já corresponde a 14% do total. Outras fontes sustentáveis têm sido aplicadas com sucesso. A energia eólica e a biomassa, por exemplo, são avistadas de maneira abundante em praticamente todo o território nacional e têm feito a diferença, pois a energia limpa aumenta a qualidade de vida de todos.
Mais investimento é imprescindível
Regiões cujas mudanças climáticas são ainda mais drásticas podem se trazer benefícios para ainda mais das soluções alternativas. Hoje, existe ações governamentais no sentido de aumentar a qualidade da energia elétrica. Um dos gargalos para o aumento da área irrigada no país é justamente a falta de infraestrutura energética de qualidade.
Logo, investir em meios que permitam o funcionamento da produção rural é fundamental. O produtor que deseja se manter sempre em atividade pode também se trazer benefícios para do aluguel de gerador (https://tecnogera.com.br/solucoes/geracao-de-energia/locacao-de-geradores/), para não sofrer com quedas de energia, aumentando seus lucros e mantendo sua competitividade.
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Energia no campo: soluções sustentáveis para driblar a instabilidade elétrica
Fonte: Tribuna do Planalto



